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22/06/2023
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Dando material para outro longa do James Cameron, o submarino que transportava turistas para observar os destroços do Titanic do fundo do Oceano Atlântico ainda está desaparecido.
Para quem não acompanhou o caso ? se é que é possível ?, a jornada de 8 dias foi conduzida pela OceanGate Expeditions, com preço de US$ 250.000 por pessoa. Eram 5 tripulantes à bordo.
O ocorrido: A embarcação perdeu o contato com o Polar Prince, seu navio de apoio, quase 2 horas após a descida. O drama ainda aumentou porque o ?ar respirável? acabaria às 06h da manhã de hoje.
As buscas começaram e a maior esperança foram alguns ruídos subaquáticos na área captados por um avião, que poderiam significar algum sinal ou movimentação da tripulação.
Ainda assim, considerando a pequena dimensão da embarcação e a profundidade que ela se encontrava, seria muito difícil determinar a sua localização exata, quanto mais chegar até ela e trazê-la à superfície.
Pagar para correr risco? ?
Essa viagem é só um exemplo da crescente indústria de turismo extremo, que cobra milhões para levar super-ricos a locais remotos ?fáceis de se perder?. Os exemplos são bizarros.
Porém, apesar dos preços nas alturas, os passeios não têm a garantia de um brinde de Dom Pérignon no final. No caso do Titan, a OceanGate já tinha avisado que o passeio sujeitaria os tripulantes a um ?potencial perigo extremo?.